Aqui deixo algumas fotos dos momentos destas manifestações :)




Dragões e Duendes. Oráculo, Tarot. Terapias holísticas e cursos.Crianças e Adultos. Psicologia e Espiritualidade.
Convidar alguém a trabalhar o seu Amor Próprio é sempre algo de paradoxal, pois as pessoas que geralmente mais necessitam são as que menos tendência terão a trabalhar esta matéria, pois não se consideram dignas de mais amor, precisamente porque não se amam o sufiente... pois o amor não tem limites. Amar-me o suficiente não é suficiente. Posso sempre amar-me mais, até me amar incondicionalmente.
O amor nada tem a ver com perfeição. Ter mais ou menos “defeitos” ou mais ou menos coisas boas na minha vida, não implica necessariamente índices mais ou menos elevados de amor próprio. Aliás, por vezes a pessoa começa a entender que deve ter alguma questão por resolver nesta área, quando a vida lhe começa a correr bem e a pessoa sente algum mau estar interno, como se não merecesse o que está a receber. Casos mais complicados são aqueles em que as pessoas não aguentam literalmente algo de bom que estão a receber, e começam a acreditar que aquilo não lhes está a acontecer, ficam desconfiadas, e podem até acusar a “oferta” como sendo ilusória. Por exemplo, começam a acusar um parceiro/ parceira ideal de serem aquilo que não são, pois não acreditam que alguém tão “bom” possa gostar de si. Normalmente sabotam o bem que lhes pode acontecer, numa forma inconsciente de se castigarem por algo que nem sabem o que é. Muitas vezes é uma culpa esmagadora e inconsciente que está por detrás desta ferida de amor próprio.
Quando sentimos um vazio cá dentro... é sinal que antes já esteve algo cá dentro. E é cá dentro. Nunca poderá ser preenchido com coisas exteriores, o melhor emprego, carreira, companheiro/a, etc... É um assunto nosso que nos compete a nós trabalhar e resolver. E isso faz parte do resgate do nosso poder pessoal, sermos nós a pôr a mão na massa e a fazer isso por nós mesmos. Podemos sentir-nos vítimas pelo que provocou a ferida, mas podemos voltar a sentir-nos com poder sobre a nossa vida quando assumimos a responsabilidade e a capacidade de a curar. Uma ferida no amor próprio pode dever-se a qualquer trauma, no qual a pessoa por algum motivo consciente ou inconsciente se acha merecedora do mal que lhe aconteceu. Nas crianças isto é comum quando ninguém as protege ou quando não é feita justiça a algo de mau que lhes fizeram. Forçar ou fazer pressão a uma criança para perdoar antes do mal que lhe foi feito ser corrigido de alguma forma, é dos primeiros e mais subreptícios meios de destruir a auto- estima de uma pessoa. Um exemplo dos nossos tempos é o bullying, a violência nas escolas, pois para além dos agressores, se ninguém na escola se impõe a eles, a criança ou jovem sofre o desprezo das centenas de pessoas que estão na escola. É fácil de entender por que é tão destruidor para as vítimas.
Há um novo conceito que pode provocar graves feridas na auto- estima, que tem por base uma ideologia da chamada “Nova Era” ou da importação pobre da cultura espiritual oriental. Quando se diz a uma pessoa que quando lhe acontece algo de mau é karma ou que ela está a atrair essa situação para a vida dela por responsabilidade dos seus pensamentos ou daquilo que tem no seu interior. O amor próprio aqui recebe duas feridas, primeiro da circunstância que a fere, e depois dos supostos curadores da mesma.
Na minha experiência, muito poucos são os casos em que ainda é uma questão de karma em “linha recta “ que está a imperar, pois estamos em ciclos de encarnação na Terra há muito tempo. A maioria das vezes, é a culpa por algo que a pessoa fez há muitas vidas atrás, que leva a que procure castigo em muitas vidas depois, nunca se conseguindo perdoar. O karma puro e duro, esse está já resolvido há muitas e muitas vidas. A pessoa está apenas a repetir o castigo. Noutras situações, também muito comuns, a pessoa foi tão mal tratada e ficou com o amor próprio em tão mau estado, que mal volta a encarnar volta a atrair situações muita duras sobre si mesma, pois não se valoriza, ficando assim à mercê de pessoas que abusam dela, ficando cada vez com menos amor por si mesma. Em casos mais específicos, a pessoa está a assumir a responsabilidade de curar a sua linhagem familiar, absorvendo as dores e feridas dos seus ancestrais, para os transmutar. Estes são exemplos que mostram a complexidade do tema – é crucial sermos humildes face à riqueza da Alma humana individual, para não se cair na tentação de resumir os milagres de Deus que nós somos a caixas de duas categorias, a clichés como o karma ou “tudo vem do pensamento”.
Em qualquer caso, existem duas leis soberanas acima de qualquer ideologia – a misericórdia divina e a tomada de consciência. Ambas permitem saltar fora destes redemoinhos de sofrimento e resgatar o amor por nós mesmos.
Um tema relacionado com o amor próprio muito comum na Era da Humanidade nos dias de hoje tem a ver com a necessidade de nos cumprirmos enquanto Almas, de alcançarmos o nosso potencial máximo, de encontrar o nosso caminho, o nosso propósito. Esta pressão interna e externa (com a chegada de 2012) é muito maior do que a causada pela pressão social de se vestir bem ou ter um corpo com as medidas “xpto”. O stress causado por algo que se acredita ir tem impacto na Alma, nas próximas vidas, é muito intenso, e causador de sofrimento humano. Como se eu não souber ao que vim nesta vida significasse que perdi a minha oportunidade, que falhei. Ora nada melhor para arruinar o amor próprio de uma pessoa. E, em primeiro lugar, é muito mais fácil assumir a minha grandiosidade espiritual amando-me, do que esperar fazê-lo para depois me começar a amar. Esta assumpção implica não ter medo da exposição pública, da rejeição, do ridículo, e só quem tem muito amor por si o consegue fazer com segurança. Outros o conseguem que não têm amor por si e apenas ego/vaidade, mas este é assunto para outro artigo.
Enquanto portugueses temos outro desafio, que é amarmo-nos enquanto povo. Quando temos dificuldade em reconhecer o valor ou em amar os nossos próprios pais, temos dificuldade em nos amarmos a nós mesmos (tal como ouvi Wilbert Alix a dizer “ You can’t love the creation if you don’t love the creator). Quão difícil será amarmo-nos enquanto portugueses se considerarmos a nossa classe política como os nossos pais! É preferível, e aconselhável, recordarmo-nos que o nosso pai, fundador, é D. Afonso Henriques. Curioso que a palavra pais e país difere apenas num acento... É hora de nos lembrarmos quem somos e nos voltarmos a amar enquanto povo.
O Amor Próprio é um vórtice de energia capaz de atrair tudo de bom para as nossas vidas, é do mais precioso que há em nós. Vamos trabalhar este tema numa perspectiva holística no Espaço Cura Cristalina a partir de 22 de Janeiro de 2011, mais informações em: http://www.espacocuracristalina.com/cursos/liberta-te/
Ana Ferreira, psicóloga, Co- coordenadora do Espaço Cura Cristalina
26 de Dezembro de 2010
Mensagens de portugueses e portuguesas que ousam trilhar o caminho da autenticidade e resgatar o seu poder pessoal...
Palavras benditas proferidas do coração no encerramento do Curso Dançando com os Dragões com os Rituais de Gratidão Divina...
O Bardo
Para Portugal desejo que as pessoas comecem a trabalhar o seu amor próprio e o seu próprio processo, responsabilizando-se pela sua vida.
O Belo
O que desejo para Portugal é o resgate do verdadeiro sentido da palavra. Uma coisa a sério, que nos deixemos das mentiras, porque a sociedade dos dias de hoje é só mentiras, todo o tipo de interacção que temos são mentiras, as palavras nunca manifestam o que realmente se quer dizer.
A Doce
Para Portugal desejo muita justiça a todos os níveis. É vital resgatar o V Império, reconhecendo a grandiosidade que cada um tem.
A Brava
Para Portugal, desejo verticalidade.
A Justa
Quero que o sonho de cada português se cumpra, pois todos temos sonhos muito antigos que até à minha geração era muito claro e que se perderam… é necessário retomá-los.
A Guerreira
Para Portugal desejo esta abundância de trabalhadores, justiça, abundância.
A Poderosa
Para Portugal desejo justiça, compreensão e civismo entre as pessoas.
A Conquistadora
Para Portugal quero Amor pelos portugueses, amor próprio, pela Mãe Terra e Poder (resgate do poder pessoal).
O Bem Aventurado
Para Portugal desejo que Porto Graal se cumpra e o sejamos verdadeiramente!
A Verdadeira
Para Portugal, que voltem os Puros de Coração, os cavaleiros do poder, e que saiam os que estão no poder agora, pois foram ocupar um espaço deixado vazio. Caiam as maças podres, os usurpadores vão cair. Que voltem depressa os cavaleiros (feridos).
A Mãe
Para Portugal desejo muita auto estima em cada um, reconquista do poder pessoal e que os portugueses comecem a sentir gratidão por aquilo que já fomos, pois devemos amar a nossa história e aquilo que já fomos.
O Grande
Portugal tem de se afirmar na sua individualidade, não tem de ser igual aos outros países, há que assumir a sua individualidade para rebentar a bolha que foi alimentada ao longo dos anos pela nossa sombra. Portugal somos todos nós, só assim levamos Portugal na sua missão no mundo. Hoje nós, outros de futuro, guiados por nós, criaremos uma rede de luz.
A Anciã
Para Portugal que se cumpra a espada e o cálice. Que venham os puros de coração!
O Corajoso
Para Portugal, que se recorde de quem é.
A Firme
Para Portugal desejo que tudo o que o que pedirmos, e que siga o bem maior, se manifeste! Realmente somos nós que temos de começar este processo e não basta só falar.
A Dragão
Para Portugal desejo que venha muito trabalho profundo e verdadeiramente espiritual até aos bons trabalhadores. Vamos multiplicar estes feitos. Gente boa.
A Sacerdotisa
Desejo que todos se recordem de qual a matriz da Trindade que têm no sangue desde D. Afonso Henriques, para que assim todos os portugueses resgatem a sua pureza de coração e o espírito de missão que nos levou a conquistar terreno para a construção do berço do Porto Graal ao lado do Arcanjo Miguel e dos Dragões
Para marcações ou esclarecimentos contactar através de draguende@gmail.com ou do 96 973 98 37